Madraçais da Veja contra UnB e o MST
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Pesquisa comprova: mídia demoniza o MST
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O Intervozes publica pesquisa que analisa a cobertura da mídia sobre o MST durante a CPMI de 2010; lançamento será dia 24, em Brasília
Silvio Tendler lança documentário sobre agrotóxicos em Brasília
Category (1) Raio-x do campo e impactos do agronegócio, (2) Reforma agrária e desenvolvimento, Sem categoria
O Comitê do Distrito Federal da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida lança na próxima segunda-feira (22/8), em Brasília, o novo documentário do cineasta Silvio Tendler, O veneno está na mesa.
Folha baba ódio contra o MST e a reforma agrária
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Por Altamiro Borges
A mídia burguesa nunca gostou dos movimentos sociais. Ou omite suas lutas ou as criminaliza. Quando eclode uma greve, ela fala em congestionamento do trânsito – jogando a sociedade contra os grevistas. Ocorre um ato ou passeata popular e ela sataniza os manifestantes. O MST, um dos principais movimentos sociais brasileiros, é um dos alvos prediletos desta manipulação midiática. Leia mais
Estudo aponta que investimentos do MDA andam a passos de tartaruga
Category (2) Reforma agrária e desenvolvimento, Sem categoria
Cansei. Agora, sou Agro
Category (1) Raio-x do campo e impactos do agronegócio
Empresas e entidades ligadas ao agronegócio lançaram, semana passada, uma grande campanha de mídia para tentar reverter a imagem negativa do setor, contando com atores como Lima Duarte e Giovana Antonelli. O Movimento de Valorização do Agronegócio Brasileiro – Sou Agro envolve também a produção de notícias e o desenvolvimento de pesquisas. A verdade é que, para mudar a imagem do agronegócio, que não vai lá muito bem com os recentes assassinatos de trabalhadores rurais, a tratorada sobre o Código Florestal, o trabalho escravo velho de guerra, noves fora os problemas de sempre, vai ser necessário uma campanha muito longa. Leia mais
Pela primeira vez, acusado de matar sem terra é condenado por um Júri
Category (4) Latifúndio no banco dos réus, Sem categoria
O Tribunal do Júri considerou Jair Firmino Borracha culpado pelo assassinato do trabalhador rural Eduardo Anghinoni, irmão de uma das principais lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Paraná. O réu foi condenado a 15 anos de prisão, mas poderá recorrer da decisão e responder em liberdade. O crime ocorreu em 1999, no município de Querência do Norte (PR).
Borracha é o primeiro acusado pela morte de um sem terra a ser condenado por um Júri. As provas e os depoimentos apresentados no julgamento reforçaram a hipótese da existência de uma organização criminosa que atuava contra os defensores da reforma agrária no Paraná.
Familiares da vítima lembraram que apenas um dos pistoleiros foi condenado. Ainda não se sabe quem são os mandantes ou quem financiava as perseguições, torturas e assassinatos ocorridos na época do crime. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), entre 1995 e 2000, 16 trabalhadores rurais foram assassinados no Paraná. Além disso, houve 31 tentativas de homicídio, sete casos de tortura e 322 feridos.
Em agosto de 2009, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil por não punir autoridades que grampearam ilegalmente associações de trabalhadores rurais ligadas ao MST. O Estado foi condenado a reabrir as investigações e reparar as vítimas pelos danos morais e materiais sofridos.
Ausência do poder público ronda assentamento onde extrativistas foram mortos no PA
Category (1) Raio-x do campo e impactos do agronegócio, (2) Reforma agrária e desenvolvimento, Sem categoria
Kátia Abreu e a obsessão pela presidência
Category (4) Latifúndio no banco dos réus

Do Blog da Reforma Agrária
A latifundiária Kátia Abreu parece ter um apego doentio, uma obsessão sem limites e um impulso descontrolado à presidência de toda e qualquer entidade.
Na semana passada, a senadora tomou posse na presidência da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET). (foto acima) Ficará no cargo no mínimo até 2014 .
Não podemos esquecer que ela ocupa desde 2008 a presidência da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além do conselho deliberativo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
A presidência da FAET já foi ocupada por Kátia Abreu entre 1995 e 2005. Foram 1, 2, 3… 10 anos no cargo.
No ano passado, ela queria que queria a vaga de vice-presidente na chapa do candidato tucano José Serra (PSDB). Dessa forma, teria a oportunidade de ocupar a Presidência do Brasil na ausência do titular…
Kátia Abreu saiu do DEM (será que não quiseram deixá-la presidir o partido?) e deve ocupar a presidência do PSD, a nova agremiação criada pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
Ricardo Teixeira, que ocupa a presidência da CBF desde 1989, parece que encontrou alguém à altura para disputar o cargo.
José Sarney, presidente do Senado pela quarta vez, não pode dormir no ponto para não perder o posto para a senadora…
Eita apego pela presidência de tudo!
Terras estão mais concentradas e improdutivas no Brasil
Category (1) Raio-x do campo e impactos do agronegócio
Por Igor Felippe Santos
Da Página do MST
Dados do cadastro de imóveis do Incra, levantados a partir da auto-declaração dos proprietários de terras, apontam que aumentou a concentração da terra e a improdutividade entre 2003 e 2010.
Atualmente, 130 mil proprietários de terras concentram 318 milhões de hectares. Em 2003, eram 112 mil proprietários com 215 milhões de hectares. Mais de 100 milhões de hectares passaram para o controle de latifundiários, que controlam em média mais de 2.400 hectares.
Os dados demonstram também que o registro de áreas improdutivas cresceu mais do que das áreas produtivas, o que aponta para a ampliação das áreas que descumprem a função social. O aumento do número de imóveis e de hectares são sinais de que mais proprietários entraram no cadastro no Incra.
Em 2003, eram 58 mil proprietário que controlavam 133 milhões de hectares improdutivos. Em 2010, são 69 mil proprietários com 228 milhões de hectares abaixo da produtividade média.
“Essas áreas podem ser desapropriadas e destinadas à Reforma Agrária”, afirma José Batista de Oliveira, da Coordenação Nacional do MST.
Os critérios para classificar a improdutividade dessas áreas estão na tabela vigente dos índices de produtividade, que tem como base o censo agropecuário de 1975.
O número de propriedades improdutivas aumentaria se fosse utilizado como parâmetro o censo agropecuário de 2006, que leva em consideração as novas técnicas de produção agrícola que possibilitam o aumento da produtividade.
“Há um amplo território em todas as regiões do país para a execução da reforma agrária com obtenção via desapropriação, sem ameaçar a ‘eficiência’ da grande exploração do agronegócio”, afirma Gerson Teixeira, ex-presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra) e integrante do núcleo agrário do PT.


