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Encontro dos blogueiros debate Reforma Agrária

Publicado 14 de junho de 2011 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Do Blog da Reforma Agrária

A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária terá um espaço para debate no 2º Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas, na oficina “Reforma agrária, desafios e perspectivas na comunicação”, no sábado (18/6), às 14h.

O encontro acontece no Centro de Convenção da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), na SGAS 902, Bloco C. Entrada pela W5 Sul.

Participam da oficina o integrante da Direção Nacional do MST, Gilmar Mauro; o jornalista e blogueiro Rodrigo Vianna, o pesquisador e professor do programa de mestrado profissionalizante em Desenvolvimento e Políticas Públicas (Ipea/Fiocruz), Guilherme Delgado, e a gerente de normatização da Anvisa, Letícia Silva, com mediação de Igor Felippe Santos, do setor de comunicação do MST e da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária.

O 2º Encontro Nacional dos Progressistas (BlogProg) acontece entre 17 e 19 de junho, em Brasília. A expectativa de organização é reunir 500 comunicadores de todo o país. (clique aqui para ver a programação)

A Reforma Agrária um tema marginal na velha mídia. Só ganha espaço quando os movimentos de trabalhadores sem-terra fazem lutas ou quando se coloca em marchas campanhas de criminalização das lutas sociais. Os assentamentos da Reforma Agrária são invisíveis. Foram assentadas 1 milhão de famílias no Brasil, de acordo com dados do Incra. Apenas 150 mil delas estão na pobreza, especialmente nos projetos mais recentes.

A vida da maior parte das famílias nos assentamentos melhorou. E muito. Os assentados que conquistaram a terra continuam na luta e conquistam também o direito à educação, trabalho e moradia digna. Esses trabalhadores ainda passam por dificuldades que todos os brasileiros e brasileiras enfrentam, mas conseguiram avançar. E precisam avançar mais. E cobram medidas do Estado para fortalecer a pequena agricultura e os assentamentos.

As cobranças vão desde a construção de escolas nos assentamentos, postos de saúde para a atenção básica, crédito para a construção de casas, investimento na produção até o desenvolvimento de novas tecnologias, de políticas de formação técnica em agroecologia e a implementação de um programa de agroindústria.

Por outro lado, o modelo do agronegócio também avança, com uma ofensiva sobre o território brasileiro, os recursos públicos e as leis que impedem a sua expansão. A violência contra os trabalhadores rurais em luta, a utilização do trabalho escravo e os números de aumento do desmatamento são temas comuns no noticiário. A utilização excessiva de agrotóxicos, que faz o Brasil o maior consumidor do mundo desse tipo de substâncias, tem gerado impactos negativos, ganhando espaço e importância na sociedade.

A disputa entre o modelo de produção do agronegócio e o modelo da pequena agricultura e da Reforma Agrária abre uma perspectiva de debates sobre o futuro da nossa agricultura e do desenvolvimento do país. Envolve diversas áreas do conhecimento, como o papel do Estado e as políticas públicas, saúde, educação, matriz de produção e tecnologia, comunicação e o papel da velha mídia.

A mesa “Reforma agrária, desafios e perspectivas na comunicação” pretende apresentar elementos para a expansão e aprofundamento dessa discussão na blogosfera.

A construção da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária e a criação do blog www.reformaagraria.blog.br representaram um passo importante para a discussão da agricultura na blogosfera. Essa articulação avançou no contexto de uma grande ofensiva contra os movimentos sociais do campo, em especial o MST, dos ruralistas, o agronegócio e os setores conservadores, com ataques da velha mídia e a criação de uma CPMI no Congresso Nacional.

Um conjunto de comunicadores, jornalistas e blogueiros, tanto “autônomos” como ligados às lutas do movimento sindical, à defesa dos direitos humanos e à democratização da comunicação, além dos movimentos do campo, lançou essa rede para denunciar a criminalização dos trabalhadores rurais sem-terra, defender a Reforma Agrária como estratégia de desenvolvimento e dar relevo aos aos problemas sociais gerados com a expansão do agronegócio.

A partir de agora, a rede precisa dar um salto à frente para romper o cerco da velha mídia para mostrar a Reforma Agrária e a pequena agricultura dão certo e são fundamentais para o desenvolvimento do meio rural, com a melhora das condições de vida dos trabalhadores rurais, a garantia dos direitos previstos na Constituição e a produção de alimentos para o povo brasileiro.

Resultado do Plebiscito Popular será divulgado nos dias 18 e 19 de outubro

Publicado 13 de setembro de 2010 — por reformaagraria2
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária, Sem categoria
Por Assessoria do FNRA

“Se é contra o latifúndio, eu voto sim!” Esta foi uma das frases mais ouvidas durante a votação do Plebiscito Popular pelo Limite de Terra que começou em todo Brasil no último dia 1º de setembro, teve grande mobilização no dia 7 durante o Grito dos Excluídos, e se estendeu até o dia 12, em virtude da grande procura da população para participar deste que foi o gesto concreto do povo brasileiro contra a concentração de terras e poder no país.

A população brasileira também foi convidada a participar de um abaixo-assinado que continua circulando em todo país até o final deste ano. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.

Já o plebiscito popular, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo à propriedade da terra, tem a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre qual projeto defendemos para o povo brasileiro. Além disso, o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra veio como um instrumento para pautar a sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de se realizar uma Reforma Agrária justa em nosso país.

Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial das Pastorais Sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

Limite da Propriedade: baixe os spots e divulgue o Plebiscito

Publicado 02 de setembro de 2010 — por reformaagraria2
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

O Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, no Rio de Janeiro, acontece até o dia 10 de setembro. O coletivo de comunicadores pela Reforma Agrária do estado produziu três spots de rádio para ajudar na divulgação do plebiscito.

Vote ‘SIM’ se você concorda que é preciso acabar com a concentração de terras e riqueza em nosso país.  Com uma Reforma Agrária justa podemos desenvolver o Brasil não só economicamente, mas também no âmbito social, gerando renda, empregos e distribuição de renda.  A consulta é promovida pela Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra, do  Fórum Nacional da Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA).

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Assista vídeo do Plebiscito

Publicado 27 de agosto de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Entidades lançam plebiscito pelo limite da propriedade da terra no Rio

Publicado — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Nesta sexta-feira (27/8), acontece o ato político cultural de lançamento do Plebiscito pelo Limite da Propriedade da Terra, no Rio de Janeiro. Com participação de dom Tomas Balduíno, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), de Carlos Walter Porto Gonçalves, professor da Universidade Federal Fluminense e Sandra Quintela, do Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs).

A atividade acontece na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que fica na Rua Araújo Porto Alegre, 71, a partir das 18h30.

O Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra será na semana do Grito dos Excluídos, de 1 e 7 de setembro, para aproximar a população brasileira da discussão sobre a necessidade de impor limites à concentração de terras no país. A consulta popular é uma das ações da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade da Terra, que o Fórum Nacional da Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA) promove há dez anos.

Mais de 50 entidades integram o FNRA, que pretende com o plebiscito pressionar o Congresso Nacional para incluir na Constituição Brasileira um inciso que limite a terra em 35 módulos fiscais.

Esses módulos são unidades de medida estabelecidas nos municípios, que refletem a área média dos imóveis a partir da situação geográfica. Áreas acima de 35 módulos seriam incorporadas ao patrimônio público e destinadas à Reforma Agrária.

Lançada rede pela reforma agrária no Rio

Publicado 03 de julho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Por Sheila Jacob
Do Fazendo Media

Da esquerda para a direita: Paulo Henrique Amorim, Álvaro Neiva,
Marina dos Santos e Igor Felippe Santos (Fotos: Samuel Tosta)

O auditório Barbosa Lima Sobrinho, da ABI, no Centro do Rio, ficou cheio para o lançamento, no Rio, da Rede de Comunicadores que apóiam a luta pela Reforma Agrária. Cerca de 150 pessoas assistiram ao debate do dia 30 de junho, que contou com a militante Marina dos Santos, da direção nacional do MST, e com o jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada. Álvaro Neiva, do coletivo Intervozes, mediou o debate, que também teve a participação de Igor Felippe dos Santos, da assessoria de comunicação do MST.

Marina dos Santos apresentou dados atuais do campo brasileiro, principalmente em relação à concentração de terras e ao agronegócio. Tal modelo é atualmente defendido pela mídia comercial, que vem atacando os movimentos sociais e entidades que lutam por um outro projeto, baseado na agricultura familiar camponesa.

Frente a esse quadro, o jornalista Paulo Henrique Amorim defendeu o uso potencial da internet para a criação, organização e o fortalecimento de veículos de mídia alternativos, capazes de mostrar fatos silenciados pela mídia comercial e combater a criminalização das lutas dos trabalhadores e dos movimentos sociais em geral, especialmente o MST.

Igor Felippe dos Santos recuperou o histórico da Rede de Comunicadores, criada por iniciativa da sociedade para reagir aos ataques feitos pela mídia burguesa contra o Movimento. Segundo ele, com essa rede pretende-se monitorar a criminalização das lutas e agilizar a defesa frente aos ataques à Reforma Agrária; apresentar informações, elementos e dados concretos sobre o campo; mostrar os benefícios da Reforma Agrária e os prejuízos causados pelos latifúndios e pelo agronegócio; e aglutinar materiais produzidos por todos aqueles que são contra a concentração de terras.

O blog da Reforma Agrária é www.reformaagraria. blog.br. Nele pode ser conferido o manifesto da Rede. Leia mais

Agora é a vez do Rio de Janeiro

Publicado 26 de junho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Lançada em Curitiba a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária

Publicado 24 de junho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

A Rede reúne comunicadores e comunicadoras de vários estados brasileiros que atuam em defesa da reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais que atuam em sua defesa.

Por Anderson Moreira
Do Cefuria

O ato de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato e contou com a presença de militantes de movimentos sociais e partidos políticos, estudantes e jornalistas.

A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária já conta com várias adesões.

A participação é aberta a todas as pessoas interessadas e compromissadas com os valores do manifesto de lançamento.

Leia o  manifesto e veja como fazer parte .

Michele Torinelli, da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC) e do Coletivo Soylocoporti, fez um histórico da articulação e mobilização da CPC com as organizações sociais do Paraná, que representaram o Estado na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada no ano passado em Brasília.

O Paraná realizou 14 pré-conferências, como as de Comunicação e Juventude e de Comunicação e Cultura. Michele destacou ainda algumas propostas aprovadas na Confecom, entre elas a que prevê a instituição de mecanismos de fiscalização dos meios de comunicação (controle social), a que defende a inclusão na Constituição Federal da comunicação como direito humano e a criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Comunicação.

Para Michele, “assim como a comunicação é um direito humano, a terra também é”. Segundo ela, a Rede de Comunicadores deverá atuar em três frentes: uma estrutural, uma que fortaleça a comunicação popular e alternativa e outra que se dedique à formação de novos comunicadores e comunicadoras.

Para Aniela Almeida, do Sindicato dos Jornalistas do Paraná, os desafios da Rede são descobrir formas de fazer com que os jornalistas que atuam nos grandes veículos de comunicação do Estado se sensibilizem com as questões sociais e difundir os temas relacionados aos movimentos sociais à população em geral. Para ela, o Paraná tem um papel estratégico na atuação da Rede por ser um Estado com forte produção agrícola.

João Brant, do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação), destacou dados que justificam a criação da Rede de Comunicadores. Segundo ele, 0,91% dos proprietários de terras do país (cerca de 15 mil latifundiários) concentram 43% das áreas agricultáveis. É um contraste muito grande comparado ao que se fez de reforma agrária até hoje.

Nos meios de comunicação, Brant aponta que o quadro é de concentração e de um discurso em uníssono contra a reforma agrária. Por isso a importância de uma Rede que permita uma “coesão em torno de uma pauta comum e o trabalho conjunto” de comunicadores e comunicadoras. “Quando falamos em comunicadores não nos referimos apenas a jornalistas com diploma e radialistas com diploma, mas a um conjunto de pessoas que atuam em comunicação, como blogueiros, rádios comunitárias e outros meios”, afirma.

Para João Brant, os desafios da Rede são criar um espaço de resistência e “contra-informação” (em oposição ao que a grande mídia “informa”), e preparar os movimentos sociais para enfrentamento da CPMI da Terra.

O blog da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária é http://www.reformaagraria.blog.br.

A desigualdade social no campo

Publicado 16 de junho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Do Sul 21

Embora nascido em um ambiente rural, o historiador Miguel Carter, na infância e adolescência, também freqüentou escolas tradicionais da elite de Assunção, no Paraguai.

Hoje é professor na American University (Washington DC) e esteve em Porto Alegre para o lançamento do livro Combatendo a desigualdade social: o MST e a reforma agrária no Brasil.

A obra organizada pelo professor conta com 19 escritores brasileiros e estrangeiros – entre eles, cientistas políticos, sociólogos, engenheiros agrônomos, jornalistas e um poeta. Este lançamento da Editora Unesp em parceria com o NEAD (Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário) consiste em um dos documentos mais completos sobre a luta pela reforma agrária no Brasil.

Carter conversou com o Sul 21 sobre os temas abordados em sua obra, em entrevista a Josias Bervanger com fotos de Eduardo Seidl. Leia mais

Baixe a cartilha e documentos da campanha para acabar com o latifúndio no Brasil!

Publicado 09 de junho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Clique aqui e faça o download da cartilha da Campanha e do Plebiscito Popular pelo Limite da Terra.

Abaixo, mais documentos da campanha que defende um limite ao tamanho da propriedade rural para acabar com o latifúndio no Brasil!

Abaixo assinado (3,5 mb, pdf)

Cartilha “Três histórias e uma terra” (7,32 mb, pdf)

Cartaz da Campanha (5,17 mb, pdf)

Jornal do Limite da Propriedade da Terra (10,2 mb, pdf)

Cartaz do Plebiscito Popular pelo Limite da Terra (236 kb, pdf)

Folder do Plebiscito Popular pelo Limite da Terra (2,36 mb, pdf)

Capa Cartilha do Plebiscito Popular pelo Limite da Terra (72 kb, pdf)