Arquivo para ‘(5) Eu apoio a reforma agrária’

Participe da construção do plebiscito pelo limite da propriedade da terra

Publicado 09 de junho de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

O ato concreto do povo brasileiro contra a concentração de terras. O plebiscito será uma consulta feita ao povo para saber se este concorda ou não com o limite da propriedade no Brasil.

por Assessoria de Comunicação FNRA

A realização e o sucesso do plebiscito dependem única e exclusivamente da participação e do empenho de cada um, de cada entidade, organização e pastoral, uma vez que não existe nenhum apoio público e da mídia.

Representa a força e a determinação de quem acredita em que algo pode ser feito para corrigir esta absurda concentração de terras que acaba por excluir milhões de famílias de terem seus direitos protegidos.

Para mais informações, acesse www.limitedaterra.org.br/

  • Fale, comente e divulgue, também pela internet e redes sociais (orkut, twitter), o plebiscito para seus amigos, sua família e colegas de trabalho.
  • Integre-se aos comitês locais ou estaduais que vão organizar o Plebiscito.

Na Semana da Pátria, junto com o Grito dos Excluídos:

  • Intensifique a divulgação;
  • Ajude a organizar os locais de votação;
  • Participe de alguma mesa de votação;
  • VOTE;
  • Assine o abaixo-assinado que será levado ao Congresso Nacional para que seja votada uma emenda constitucional que determine um limite ao tamanho das propriedades;
  • Na hora de escolher seus governantes e representantes para o Senado e a Câmara dos Deputados, vote naqueles que se comprometem a aprovar a Proposta de Emenda Constitucional – PEC 438 que confisca as propriedades onde se pratica o trabalho escravo, e que proponham uma emenda à Constituição para que seja determinado um limite à propriedade;
  • Não vote naqueles que sempre defenderam o direito absoluto à propriedade sem se preocupar com os direitos dos outros.

VÍDEO – Leandro Fortes e a nossa rede

Publicado 28 de abril de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

O jornalista Leandro Fortes, do blog “Brasília, eu vi” e da revista Carta Capital, foi um dos expositores no lançamento da rede de comunicadores em apoio à reforma agrária em Brasília. O evento, realizado nesta terça-feira, reuniu cerca de 100 pessoas.

A rede já conta com mais de 250 adesões em todo país, construiu uma página na internet (reformaagraria.blog.br) para municiar os debates sobre o tema e está acompanhando os trabalhos da CPMI imposta pela bancada ruralista.

Participe você também deste rede!

Agora estamos em Brasília

Publicado — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

O auditório do sindicato dos metroviários do Distrito Federal, em Brasília, ficou pequeno para reunir 96 comunicadores, militantes da reforma agrária e da sociedade civil no lançamento da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária de Brasília, na noite desta terça-feira (26/4).

O ato reuniu representantes de mais de 30 entidades da sociedade civil empenhadas em apoiar publicamente a reforma agrária e promoveu o debate sobre o papel da grande mídia na criminalização dos movimentos sociais, as relações entre a grande imprensa e o agronegócio e a ofensiva conservadora de entidades da agricultura patronal.

Como convidado, o jornalista da Carta Capital Leandro Fortes abordou a importância da rede para a divulgação de informações que não são publicadas na grande mídia.

“A importância fundamental da rede é ser uma contraposição a uma rede maior que existe há muito mais tempo que é a rede de comunicadores contra a reforma agrária. E a reforma agrária está na origem da solução dos problemas mais graves da sociedade brasileira que é a violência no campo, a violência nas cidades e a disfunção social. Então a importância da rede é apresentar soluções para um problema que o Brasil ainda não conseguiu resolver”.

Foto: Valmir Ribeiro

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Participe do lançamento da rede em Brasília

Publicado 27 de abril de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

Reproduzimos mensagem do jornalista Leandro Fortes, no blog Brasília, Eu Vi, convidando todos os comunicadores preocupados com o futuro do país a integrar a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária.

Nesta terça-feira, a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária será lançada em Brasília, às 19h, na sede do SindMetrô (clique aqui para saber mais).

Durante o ato de lançamento haverá um debate com a participação do cientista político e professor da UnB Venício Lima,  do assessor do Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (Inesc) Edélcio Vigna e de Leandro Fortes, que é repórter da Carta Capital.

Abaixo, a mensagem de Fortes.

Muito honrado, aceitei o convite do Movimento Nacional dos Trabalhadores Sem Terra (MST) para participar da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária, a ser lançada, hoje, em Brasília.

Trata-se de uma confraria criada para se contrapor a outra, muito maior e, por enquanto, mais poderosa, que é a rede de comunicadores contra a reforma agrária.

Sou um bicho urbano, mas letrado e experimentado o suficiente para ter entendido, desde sempre, que a reforma agrária faz parte, junto do esforço de educação, do conjunto básico e primordial para solucionar o problema da miséria, da violência e da exclusão social no país.

É preciso ser ignorante, idiota ou mau caráter (ou os três) para não perceber isso.

A Rede de Comunicadores é um primeiro e bem pensado esforço para romper a barreira midiática levantada pelos interesses dos latifundiários na velha mídia e no Congresso Nacional, onde uma bancada, dita ruralista, de mais de uma centena de parlamentares, mantém o campo brasileiro dominado por uma elite colonial, escravocrata e predatória.

Nenhum, mas nenhum governo mesmo, nem mesmo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve coragem para enfrentar essa gente, meia dúzia de latifundiários que espoliam milhões de brasileiros, mas que se mantém no topo da cadeia alimentar política às custas de uma chantagem econômica que ora se equilibra na balança comercial, ora em números retumbantes de safras de grãos que ninguém come.

É para falar sobre isso e coisas do tipo que me aliei à rede, e espero que outros jornalistas façam o mesmo, sem necessidade de filiação partidária ou ideológica, como no meu caso, mas movidos apenas pela decência, pelo respeito ao bom jornalismo e pelo amor ao Brasil e aos brasileiros.

Os loucos e insensatos estão em marcha

Publicado 22 de abril de 2010 — por vania
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

por Gerivaldo Neiva
Juiz de Direito da Comarca de Conceiçãodo Coité (BA)

Trafegava nesta quinta-feira pela BR-324 (Salvador – Feira de Santana) e vi a marcha do MST pela rodovia. Saíram de Feira de Santana e a previsão de chegada a Salvador é na segunda-feira. São mais de 100 km de caminhada.

Fala-se em 5 mil ou 6 mil participantes. Vi muitos jovens e mulheres participando da marcha.

Segunda a imprensa local, “a manifestação tem como objetivos cobrar mais agilidade na reforma agrária no País e cobrar do governo a realização de obras negociadas em manifestações anteriores, como a construção de casas e escolas em 120 assentamentos no Estado”.

A marcha também tem o caráter de protesto contra a criminalização dos movimentos sociais e contra a impunidade no campo, afirmou o deputado estadual Valmir Assunção (PT), que integra a marcha.

Com ele, estão outras lideranças do partido na Bahia, como o vice-presidente estadual da legenda, Weldes Valeriano. Na programação dos participantes, estão previstas “caminhadas pela manhã e atividades culturais – como curso de formação política e exibição de filmes – nos outros períodos”.

Antes de encontrar os membros do MST em caminhada, parei em um posto para abastecer o carro e puxei conversa com o frentista sobre a marcha. Comecei perguntando se estavam muito na frente e ele me respondeu que tinham passado por ali na manhã anterior e que àquela hora (mais ou menos às nove da manhã) já deveriam ter levantado acampamento e estavam novamente na pista. Leia mais

Brasília faz lançamento da rede no dia 27

Publicado — por reformaagraria
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária será lançada em Brasília, no dia 27 (terça-feira), às 19h, na sede do SindMetrô.

Durante o ato de lançamento haverá um debate com a participação do cientista político e professor da UnB Venício Lima, do jornalista da Carta Capital Leandro Fortes e do assessor do Instituto de Estudos Sócio-Econômicos (Inesc) Edélcio Vigna. Leia mais

Caos na cidade é causado pela falta de Reforma Agrária, conclui estudo do Ipea

O Comunicado nº 42 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), intitulado “PNAD 2008: setor rural”, avalia que muitos problemas presentes nas cidades têm raízes na “não realização de uma reforma agrária, isto é, de uma verdadeira política pública de distribuição de patrimônio”.

O documento rebate as teorias que colocam a Reforma Agrária em segundo plano. Sustenta que as 30 milhões de pessoas que vivem no meio rural formariam o quadragésimo país mais populoso do mundo, e o terceiro da América do Sul, atrás de Brasil e Argentina.

“O discurso que afirma a inexistência de demanda social por reforma agrária é o mesmo que apóia a criminalização de movimentos sociais de luta pela terra através dos quais essa demanda se torna mais explícita”, afirma.

Leia também reportagem da Repórter Brasil sobre o assunto.

Clique aqui para baixar a versão integral do estudo (em PDF).

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Democracia agrária

Publicado 05 de abril de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (2) Reforma agrária e desenvolvimento, (5) Eu apoio a reforma agrária

Por Rodrigo Martins
Da Carta Capital

Professor da American University (EUA), Miguel Carter pesquisa há quase duas décadas os conflitos fundiários e a luta pela terra no Brasil.

Nascido no México e criado no Paraguai, o cientista político percorreu mais de 160 mil quilômetros a bordo de um fusca preto pelos rincões do Brasil desde 1987, quando, ainda estudante, decidiu desbravar o interior com um mochilão nas costas.

Olga Vlahou/CartaCapitalNo início dos anos 90, já com uma bolsa de estudos da Columbia University, voltaria à rotina de viagens pelo País, desta vez com uma proposta de pesquisa mais elaborada, dedicada a lançar luzes sobre a questão fundiária brasileira.

O pesquisador acaba de lançar um livro sobre o tema, Combatendo a Desigualdade Social – O MST e a reforma agrária no Brasil (Editora Unesp, 564 págs., R$ 65). Trata-se de uma coletânea de artigos escritos por renomados pesquisadores de universidades brasileiras, europeias e dos Estados Unidos, um trabalho que tem sido coordenado e organizado por Carter desde 2003.

Na obra, Carter destaca a importância da reforma agrária para reduzir as desigualdades sociais e defende a necessidade- de o Estado investir em políticas de redistribuição de renda. “Os estudos compravam que, quando temos uma situação de extrema desigualdade, isso atrapalha o desenvolvimento econômico.”

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Rede promove atividade para estudantes de jornalismo nesta terça-feira em São Paulo

Publicado 29 de março de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (5) Eu apoio a reforma agrária

De Oboré

O projeto Repórter do Futuro promove conferência de imprensa com o economista João Pedro Stedile, da direção nacional do MST, em parceria com a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária.

A atividade acontece nesta terça-feira (30/3), às 19h, no Espaço Vladimir Herzog, na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

O encontro, dirigido a estudantes de graduação em Comunicação e Artes, terá mediação de José Luiz Del Roio, membro do conselho internacional do Fórum Social Mundial e ativista do Fórum Mundial das Alternativas.

Para participar,  basta enviar e-mail para reporterdofuturo@obore.com até o meio-dia do dia 30, confirmando presença.

Endereço – Rua Rego Freitas nº 530 – sobreloja – Vila Buarque, São Paulo.

Para mais informações:

OBORÉ Projetos Especiais
www.obore.com
reporterdofuturo@obore.com
3214.3766

Projeto Repórter do Futuro
Para quem quer chegar lá como jornalista de verdade
Coordenação: Sergio Gomes
3214.3766 r 201
sergio@obore.com

Carter: Kátia Abreu recebe 25 vezes mais dinheiro do governo do que entidades parceiras do MST

Publicado 28 de março de 2010 — por reformaagraria1
Categoria (3) Monitor da CPMI e criminalização, (5) Eu apoio a reforma agrária

Do Conversa Afiada

Em dezembro de 2009, Miguel Carter concluiu o trabalho de organizar o livro ‘Combatendo a Desigualdade Social – O MST e a Reforma Agrária no Brasil’. É um lançamento da Editora UNESP, que reúne colaborações de especialistas  sobre a questão agrária e o papel do MST pela luta pela Reforma Agrária no Brasil.

Esta semana, ele conversou com Paulo Henrique Amorim, por telefone.

Carter: exagerar o poder do MST é um preconceito de classe PHA – Professor Miguel, o senhor é professor de onde?

MC – Eu sou professor da American University, em Washington D.C.

PHA – Há quanto tempo o senhor estuda o problema agrário no Brasil e o MST?

MC- Quase duas décadas já. Comecei com as primeiras pesquisas no ano de 91.

PHA – Eu gostaria de tocar agora em alguns pontos específicos da sua introdução “Desigualdade Social Democracia no Brasil”. O senhor descreve, por exemplo, a manifestação de 2 de maio de 2005, em que, por 16 dias, 12 mil membros do MST cruzaram o cerrado para chegar a Brasília. O senhor diz que, provavelmente, esse é um dos maiores eventos de larga escala do tipo marcha na história contemporânea. Que comparações o senhor faria ?

MC – Não achei outra marcha na história contemporânea mundial que fosse desse tamanho. A gente tem exemplo de outras mobilizações importantes, em outros momentos, mas não se comparam na duração e no numero de pessoas a essa marcha de 12 mil pessoas. Houve depois, como eu relatei no rodapé, uma mobilização ainda maior na Índia, também de camponeses sem terra. Mas a de 2005 era a maior marcha.

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